sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
O saco misterioso
Certo dia, eu e os meus colegas
fomos passear ao parque da freguesia, de bicicleta. Já perto do parque,
avistamos um grupo de homens a esconder algo numa árvore e, como somos curiosos,
quisermos ir ver. Depois de se afastarem, fomos ver o que podíamos fazer perto
dessa tal árvore. Ao chegar lá, o Miguel disse:
-
Está bem, sr. Resmungão! Já te vou ajudar – respondeu o Carlos.
-
Até parece milagre! – suspirou a Rita – Normalmente, andam sempre à luta.
O Miguel, ao chegar lá acima, levou um murro
de um dos homens. A Rita e o Carlos tentaram ir atrás deles, mas eles já tinham
fugido. A seguir, veio o líder do grupo de homens que também fugiu
imediatamente.
Reparamos num saco prateado mesmo ao lado do
sítio onde o grupo tinha estado. Abrimo‑lo e fomos à esquadra logo que
descobrimos o que continha. Os polícias disseram que iriam ver o que podiam
fazer, mas, como não podíamos esperar, continuamos a investigar.
Logo de seguida, apanhamos um táxi
e seguimo-los até um armazém esquisito. À saída do táxi, ninguém tinha dinheiro
para pagar ao taxista. Então, um de nós disse que se tinha esquecido da
carteira dentro da viatura e o taxista arrancou, pensando que a carteira estava
mesmo dentro do carro. Nós ficamos todos contentes, fizemos uma viagem sem
gastar nada, que maravilha!
Espreitamos por uma janela do armazém e admiramo-nos
quando descobrimos o grupo de homens. Rapidamente, ligamos à polícia a dizer
que o caso estava resolvido.
O líder e os outros homens foram presos e
presentes ao juiz.
Cristiana Tomaz
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