domingo, 2 de fevereiro de 2014

O saco misterioso


Certo dia, eu e os meus colegas fomos passear ao parque da freguesia, de bicicleta. Já perto do parque, avistamos um grupo de homens a esconder algo numa árvore e, como somos curiosos, quisermos ir ver. Depois de se afastarem, fomos ver o que podíamos fazer perto dessa tal árvore. Ao chegar lá, o Miguel disse:
                - Alguém me dá alguma ajuda a subir ali para cima, é que sozinho não vou a lado nenhum!
                - Está bem, sr. Resmungão! Já te vou ajudar – respondeu o Carlos.
                - Até parece milagre! – suspirou a Rita – Normalmente, andam sempre à luta.
                 O Miguel, ao chegar lá acima, levou um murro de um dos homens. A Rita e o Carlos tentaram ir atrás deles, mas eles já tinham fugido. A seguir, veio o líder do grupo de homens que também fugiu imediatamente.
                 Reparamos num saco prateado mesmo ao lado do sítio onde o grupo tinha estado. Abrimo‑lo e fomos à esquadra logo que descobrimos o que continha. Os polícias disseram que iriam ver o que podiam fazer, mas, como não podíamos esperar, continuamos a investigar.
Logo de seguida, apanhamos um táxi e seguimo-los até um armazém esquisito. À saída do táxi, ninguém tinha dinheiro para pagar ao taxista. Então, um de nós disse que se tinha esquecido da carteira dentro da viatura e o taxista arrancou, pensando que a carteira estava mesmo dentro do carro. Nós ficamos todos contentes, fizemos uma viagem sem gastar nada, que maravilha!
 Espreitamos por uma janela do armazém e admiramo-nos quando descobrimos o grupo de homens. Rapidamente, ligamos à polícia a dizer que o caso estava resolvido.
 O líder e os outros homens foram presos e presentes ao juiz.



Cristiana Tomaz

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