Manuel
Pontos e vírgulas
Trabalhos de Oficina de Escrita de Português 8ºB
terça-feira, 24 de junho de 2014
Gémeos Siameses
Gémeos siameses são gémeos
idênticos cujos corpos estão ligados por alguma parte dos seus corpos. Normalmente,
uma das cabeças controla um braço e uma perna. Estas crianças costumam ter um
curto período de vida, sofrendo grande stress psicológico. A vida dos gémeos siameses
é difícil, uma vez que sentem dificuldade em executar inúmeras tarefas.
Abigail
e Brittany Hensel nascidas a 7 de março de 1990 são gémeas siamesas, filhas de
pais que rejeitaram a operação uma vez que as gémeas corriam perigo de vida. Estas
gémeas foram criadas em New German e, aos 12 anos, submeteram-se a uma cirurgia
para corrigir a escoliose (desvio na coluna vertebral) e para expandir a caixa
torácica, para evitar futuros problemas com a respiração. Apesar de serem gémeas,
têm gostos diferentes na alimentação e na roupa. Ambas tiraram a carta de
condução e concluíram o ensino superior em 2008. Abigail é melhor em matemática
e Brittany é melhor em inglês.
A
maior preocupação delas é em relação à sua saúde, pois apenas quatro pares de gémeos
siameses que partilhavam o mesmo tronco e duas pernas sobreviveram até a idade
adulta, sendo que a maioria destes possuíam problemas cardíacos congénitos ou
anomalias de outros órgãos.
Até
agora não se mostraram à vontade para todos os estudos médicos, sendo que
pretendiam, ainda, fazer um número limitado de aparições, no futuro,
principalmente para aliviar a curiosidade do mundo e reduzir o número de pessoas
que poderiam ser surpreendidas pelas configurações incomuns delas.
Recentemente,
elas declaram que não gostam de ser olhadas intensamente, de ser fotografadas
por pessoas estranhas ou de falar sobre as suas vidas privadas, mas disseram
que esperam um dia namorar, casar e ter filhos. Elas acreditam, ainda, que
podem ser capazes de conduzir de outra forma a vida social.
Alexandre
Cancro da Mama
O cancro da mama é um tumor maligno que se
desenvolve nas células do tecido mamário. É muito mais frequente nas mulheres,
mas pode atingir também os homens.
Os cuidados que se devem ter para detectar o
cancro da mama são:
- Fazer um auto exame à mama mensalmente, após o período menstrual;
- Ir ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano;
Os sintomas mais comuns do cancro da mama são:
- Aparecimento de nódulo/endurecimento da mama ou debaixo do braço (na axila);
- Mudança no tamanho ou no formato da mama;
- Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da aréola;
- Corrimento pelo mamilo, com ou sem sangue;
- Retração da pele da mama ou do mamilo
Para curar o cancro da mama pode-se recorrer aos
seguintes tratamentos:
- Cirurgia;
- Radioterapia;
- Quimioterapia;
- Hormonoterapia;
- Reabilitação:
Existem vários tipos de cancro da mama desde
Carcinoma ductal “in situ” (CDIS) até Carcinoma inflamatório da mama.
Estes cancros são dos que mais mortes causam em
Portugal.
Daniel Lopes
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Se estou sozinha...
Se estou sozinha
sozinha quero ficar.
Se estou acompanhada
não posso contrariar.
É bom estar sozinha,
poder ser eu,
sonhar, imaginar,
e acreditar
que tudo vai melhorar.
Pensar que
o mundo gira à volta de alguém
que nem respeito por mim tem
é algo que me desanima
e nunca me vai ajudar na vida.
Tudo a correr mal,
não pode piorar
é o que penso sempre sem parar.
Isolar-me,
devo?
Não! Tenho de arriscar!
Ângela
Depressão
Mais um dia
de trabalho: Catherine levantou-se, lavou vagarosamente o rosto com olheiras
fortes e lágrimas que escorriam pela cara até chegar ao colarinho da sua camisa,
arrastou-se até à cozinha para preparar um café forte, vestiu-se com cuidado e
calçou-se sem vontade, fazendo um esforço para chegar até à porta sem voltar
para a cama.
Quando Bob
morreu, todo o peso da vida lhe subira para as costas, caindo vezes sem conta
numa profunda tristeza.
Quando chegou
ao trabalho, Joan, a administradora da sua secção, lembrou-a como sempre, que a
empresa tinha horários para cumprir, relatórios para entregar, viagens de
negócios para fazer,... Catherine apenas
sussurrou ao seu ouvido: a vida não é um mar de rosas, mas um mar de espinhos! De
seguida, foi Sarah que lhe entregou um monte de papéis que precisavam de ser
classificados e carimbados. E sem falta, veio também a Allana para lhe entregar
o correio e as cartas que precisavam de ser enviadas novamente.
A única
presença que lhe agradou foi a de Emily, a sua melhor amiga, e que por sorte era sua colega. Essa sim era uma verdadeira amiga que sempre estivera presente, nas
boas e nas más situações. Mas desta vez a sua presença devia-se a algo mais importante:
Albert tinha tido um acidente, o que exaltou Catherine. Ao receber esta notícia, Catherine deu um
pulo da cadeira e correu pelo corredor até chegar ao elevador, mas como este
estava a demorar muito, decidiu ir pelas escadas, esquecendo-se que tinha
deixado Emily sozinha.
Após ter
chegado ao hospital, Catherine encontrou Tim que a informou que o seu sobrinho se encontrava em estado grave, com um elevado risco de morrer. Catherine
ajoelhou-se no meio do corredor chorando ruidosamente e pedindo justificação
para que tudo aquilo lhe estava a acontecer. Quando se acalmou, ligou a Emily
e contou-lhe tudo. Esta saiu imediatamente da empresa e foi ter com Catherine
para a apoiar como fizera toda a vida, tentando animá-la e sofrendo com ela.
Passadas algumas
horas, o médico saiu do consultório e dirigiu-se a Catherine, a Tim e a Emily com
uma expressão triste e disse-lhes que infelizmente, Albert não resistira e acabara por morrer apesar de todas as tentativas para o ajudar.
Mais uma
vez, Catherine viu-se perdida tal como quando perdera o seu marido. Mas como
sempre fizera, Emily apoiou-a. Por muito estranho que parecesse, desta vez,
Catherine dispensou toda a ajuda e nesse dia não voltou ao trabalho. Foi para
casa.
Esta
situação foi a gota final para Catherine, pois nos dias seguintes não houve
notícias dela. Tim, que para além de ser pai de Albert, era carteiro, ficou intrigado por ver que a caixa do correio de sua casa estava cheia.
Então, resolveu falar com Emily, que não adiantou qualquer informação, pois
também não sabia de nada.
No dia seguinte, foram a sua casa, bateram à porta e tocaram à campainha, mas
não obtiveram resposta. Contactaram imediatamente as autoridades policiais, que logo
chegaram e abriram a porta. Catherine encontrava-se ajoelhada a um canto da
casa de banho: no seu rosto sobressaíam os olhos inchados e avermelhados, por
onde desciam as lágrimas até chegarem à camisa; os seus braços apresentavam
vários cortes que formavam diferentes e esquisitas figuras; o seu corpo
encontrava-se mais magro e desmazelado; a roupa que vestia estava suja de maquilhagem de limpar o seu rosto; os seus pés estavam descalços; e o
seu cabelo tinha sido cortado de uma forma estranha que demonstrava rebeldia.
Por tudo isto, Catherine foi internada numa clínica para recuperar, pois foi-lhe diagnosticada uma depressão tão grave que corria o risco de ficar para toda a vida.
Ângela
Como é viver com diabetes na Infância…
Diabetes tipo1 é uma doença crónica,
que é provocada por hereditariedade. Esta doença desenvolve-se devido sistema imunólogico
do organismo destruir as células. Esta doença não tem cura, por isso, é uma
doença crónica muito perigosa.
Esta
doença é mais negativa no período infantil, porque, por norma, as crianças
comem muitos chocolates. Se tiverem esta
doença, não os podem comer, pois podem ter um ataque de glicémia (o nosso corpo
transforma alguns dos hidratos de carbono ingeridos em glicose e a glicémia é o
nível de glicose presente no nosso sangue, ou seja, quando comemos muito, a
glicemia aumenta, ao passo que, quando comemos pouco, esta mantém-se baixa). Isto
vai fazer com que estas crianças se sintam tristes, inseguras e injustiçadas. Para
além disso,elas tambem são rejeitadas pela sociedade.
As
crianças afetadas, se não tiverem cuidado, podem vir a ter:
·
Problemas a nível do sistema nervoso;
·
Problemas a nível dos olhos;
·
Problemas a nível do sistema cardiovascular;
·
Problemas a nível dos pés;
·
Problemas a nível dos rins;
·
Problemas a nível dos dentes;
Tendo em
conta esta doença, os pais deveriam fazer um diagonóstico precose para detetarem precocemente a doença
e para as consequências não serem tão graves.
Tiago Ribeiro
O caldo de pedra
O caldo de pedra
(Surge um frade
vestido com um traje cor de vinho e os cabelos a disfarçar a careca, junto a
uma casa pobre e pequena)
Frade-
(bate a porta e é recebido pelos moradores) Ora, boas. Vim pedir uma esmolinha,
por favor. Sois uma boa gente e dar-me-eis comidinha.
Morador-(com ar de ignorância) Isso
era o que mais faltava, nem para mim tenho quanto mais para os outros.
Frade-
Oh! Que vida a minha! (voltando para traz pensativo). Já sei! (foi à mesma casa
de onde tinha saído).
Frade-
Desculpai-me, mas poderei eu tentar fazer uma sopinha de pedra?
Morador-
(acompanhado pela mulher) Ah! Uma sopa de pedra! (rindo-se) Sempre quero ver
isso. Entra.
Frade-
(com um sorriso na cara) A minha sopa ficaria mais deliciosa se me emprestassem
uma panela de barro, um fogão, unto, umas pedrinhas de sal e uma couvinha.
Frade-
(orgulhoso) Cheirai esta beleza!
Moradores-
(espantados) Vamos buscar pratos.
Frade-
(comendo apressadamente apenas deixando a pedra na panela) Que delícia!
Moradores-
(desiludidos) Então o que vai fazer com a pedra?
Frade-
A pedra? (rindo-se) Vou levá-la para poder comer em mais uma casa de egoístas.
Daniel Santos Nº11_8ºB
Joel
Vieira Nº15_8ºB
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