Ao
passear com os meus amigos, vi, ao longe, um grupo de homens a esconder algo
numa árvore. Quando eles se afastaram, resolvi, com os meus amigos , descobrir
o que os homens escondiam.
Ao
ir com os meus amigos, nós vimos que o grupo de homens escondia o tesouro mais
valioso da joalharia portuguesa, a custódia de Belém.
Ao encontrar a custódia, resolvemos
ficar com ela. Afinal de contas, era uma peça valiosíssima.
-Mas onde a vamos esconder?- perguntou
um dos meus amigos.
-Ó pá, sei lá! Isso não interessa.
Vamos ficar ricos.
-Mas sabem que podemos ir presos. Vamos
embora e deixamos a custódia aí num canto.
-Eu concordo! Pode sobrar para nós! E
assim, quando a encontrarem, não sabem que fomos nós!
Mais tarde, a custódia foi encontrada e
entregue à polícia. Foi analisada e foram encontradas impressões digitais.
Estava no meu quarto quando entrou um polícia pela porta dentro. Levou-me para
a esquadra e lá encontrei os meus amigos.
-Muito bem, já que estamos todos aqui
vamos conversar!-disse o polícia.
Os amigos com medo do que lhes podia
acontecer, tentaram explicarem ao polícia o que tinha acontecido. Rúben um dos
amigos começou a falar:
-Eu e os meus amigos vimos uns homens a
esconder algo numa árvore e nós decidimos ver o que eles escondiam. Ai vimos
que era a custódia de Belém, depois pensamos em guardá-la, mas, como tínhamos
medo de ficar com as culpas, deixamo-la num canto.
-Então, estão a dizer-me que não foram
vocês, mas sim outras pessoas que roubaram a custódia. Se vocês virem esses
tais ladrões conseguem identificá-los?-perguntou o
polícia.
-Sim.- dissemos todos ao mesmo tempo.
Assim, lá fomos com o polícia até ao
local onde tínhamos encontrado a custódia. Lá estavam os ladrões e eu, quando
os vi, disse:
-Ali estão eles!
Dali o polícia e os seus colegas foram
atrás deles, apanharam-nos e levaram-nos para a esquadra.
Tiago
Castelão
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