sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Um dia dos sete medos




Finalmente, férias! Uma ilha paradisíaca praticamente deserta. Deitado na praia, sinto o calor a aconchegar-me.
Mas o sossego é finito e logo fui incomodado por aquele tipo de pessoas que ninguém queria ver naquele momento, mais precisamente o namorado da minha ex com ela ao lado. De repente, são sugados para debaixo de terra.
Quando vi isto, atirei-me para o buraco que se abria no meio da areia fina e preta, pois ainda tinha um fraquinho por ela.
Chegando ao fundo, vi que, naquele lugar, havia humanos a trabalhar para monstros que construíam um plano para destruir o planeta. Não eram bem monstros! Eram assim chamados por causa de serem marginais e quererem destruir o planeta.
Eu estava num local cheio deles que só diziam: “Vamos acabar com a Terra!”.
Pensei logo: ”Tenho de os travar, não posso deixar que acabem com a Terra!”. Comecei logo a pensar num plano, mas não me ocorria nada. Passadas algumas horas, ocorreu-me um plano que era o seguinte: “Esconder-me até ao anoitecer até que fossem todos embora e fugir.            
Mal vi o último guarda a sair desse estabelecimento, comecei logo a correr e, por sorte, consegui sair. A seguir, chamei o exército para vir matar os monstros.
Quando o exército chegou com uma tropa de elite, logo os dizimou.
E, assim, se acabou mais uma tentativa de destruição do planeta.


Alexandre Neves 

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